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ARTIGO

Estado do Piauí

Terceiro maior estado nordestino, o Piauí possui uma área territorial de 251.529,186 Km2 e uma população estimada em 3.145.325 habitantes. Com 22 municípios, sua capital é Teresina, que é também sua cidade mais populosa. Parte da história do estado pode ser contada pelos importantes artefatos pré-históricos que datam de até 50.000 anos, guardados no Parque Nacional da Serra da Capivara, na Serra das Confusões e em Sete Cidades. Os Sítios Arqueológicos do Piauí são muito conhecidos por serem os mais antigos do Brasil e da América e por conservarem o maior número de pinturas primitivas em rochas do mundo.

O estado do Piauí foi colonizado do centro para o litoral, especialmente por fazendeiros que buscavam novas terras para a criação de gado. Por volta de 1674, um capitão chamado Domingos Afonso Mafrense fundou cerca de trinta fazendas de gado às margens do Rio Gurgueia. Maior colonizador da região, após sua morte, as posses passaram aos padres da Companhia de Jesus. Com eles, a pecuária local atingiu seu auge durante o século XVIII. Mais tarde, os rebanhos tornaram-se posse da Coroa Portuguesa, entrando em declínio.

Cerca de 70% da renda dos piauienses concentra-se no setor terciário, que gira em torno de comércio e serviços. Ainda que minoritários, os setores primário e secundário da economia são responsáveis por uma parte significativa da mão de obra regional. As principais atividades estão representadas pela pecuária, agricultura, extrativismo vegetal e mineral.

Tradicional e de grande importância histórica, a pecuária foi a primeira atividade econômica a ser desenvolvida no Piauí e, por isso, grande parte do folclore e dos costumes regionais foram influenciados pela atividade pastoril. Destacam-se as criações de caprinos, bovinos, suínos, ovinos e asininos. Atividade de subsistência, a agricultura atualmente possui também um caráter comercial. Existem culturas temporárias, como a do milho, feijão, arroz, mandioca, algodão herbáceo, cana-de-açúcar e soja; e as permanentes, como a da manga, laranja, castanha-de-caju e algodão arbóreo. A castanha, por exemplo, passou a ser desenvolvida em ampla escala e possui grande importância para a economia do estado.

O extrativismo vegetal ocorre especialmente nos vales úmidos, devido à predominância de matas de babaçu e carnaúba, esta última consistindo em fonte de exploração como riqueza natural. O extrativismo mineral encontra grande potencial na região, em especial, pela existência de interesse econômico no mármore, amianto, gemas, ardósia, níquel, talco, vermiculita e, principalmente, em decorrência das reservas de água subterrâneas e pela posse da segunda maior jazida de níquel do país.

Banhado pelo Rio Parnaíba e alguns de seus afluentes, como o Gurguéia e o Uruçuí Preto, o Piauí conta com um clima tipicamente tropical e alta umidade relativa do ar. A região conta também com as lagoas de Parnaguá, Buriti e Cajueiro, que detêm importância para projetos de irrigação e abastecimento de água. Com o desmatamento, hoje os rios vêm sofrendo com o assoreamento. A paisagem é repleta de cocais, como o babaçu, a carnaúba, buriti e tucum, que sustentam a atividade extrativa da região.

 

Fonte: Portal online do Governo do Estado do Piauí.

by The Cities

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