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Turismo em Castro

Localizado na região dos campos gerais paranaenses, o município de Castro tem a sua história dentro da história do Paraná. Antiga parada para pouso e refeição na rota dos tropeiros que iam e voltavam do norte ao sul do país, a localidade passou a receber uma grande quantidade de imigrantes nos século XVIII e XIX e desenvolver a agricultura e a pecuária, tornando-se referência na produção de laticínios. Essa história, as manifestações culturais de seu povo e a geografia do território em que foi fundado, transformam o município em um polo de atração turística nos segmentos cultural e de ecoturismo.

No turismo cultural, a relação de Castro com o período do tropeirismo e a preservação da memória de seus colonizadores estão evidentes nos museus, edificações históricas e monumentos. Dentre os museus, os mais procurados são o Museu do Tropeiro, o do Imigrante Holandês (com um moinho de aproximadamente 37m de altura) e do Imigrante Alemão. Mas há o Museu da Loja Maçônica Fraternidade Castrense, do Quinto Esquadrão da Cavalaria Mecanizado (artigos militares), o Little Museun, a Casa da Sinhara, da Praça, da Cultura Emília Erichsen e, para as crianças, o Recanto dos Dinossauros com diversas esculturas. As edificações contam com a Estação Ferroviária (inaugurada em 1899), o Castelo da Montanha (no Distrito do Socavão) e o Teatro Bento Mossurunga (antigo Cine Marajá). Ainda como forma de homenagear suas origens, Castro possui o Monumento aos Tropeiros, a Ponte Manoel Ribas e a Ponte Férrea. Além disso, o prato típico do município também busca retratar aqueles que colonizaram a região. O chamado Castropeiro foi criado em 1991 e é constituído de feijão tropeiro, bisteca de porco, carne de gado, arroz, couve e quibebe, tendo como sobremesa arroz doce, cocada ou doce de abóbora, e é servido atualmente no Restaurante do Morro.

No ecoturismo, o visitante tem a oportunidade de conhecer o Canyon do Guartelá ou do Rio Iapó (6º maior do mundo), o Parque Municipal do Maracanã e o Estadual do Caxambu. No centro de Castro estão ainda o Parque Municipal Prefeito Dr. Ronie Cardoso (também chamado Parque Lacustre) e o Parque Municipal Dr. Libânio Estanislau Cardoso (Prainha). Além desses, há as praças, muito procuradas em dias de sol, como a SantAnna do Iapó (marco zero de Castro), Manoel Ribas (a mais antiga), João Gualberto, Pedro Kaled, Indalécio de Macedo, Antônio Ramim Silveira, Duque de Caxias e a Praça do Rosário. O município possui também alguns atrativos menos procurados, mas que valem a pena fazer uma visita. Esse é o caso dos morros do Cristo (com vista para toda a região), do Canha, da Tartaruga, do Agudinho, do Charola ou Chapéu, Marumbi, do São Francisco e Marumbi; das serras de São Joaquim (início do canyon do Guartelá) e do Apon (último quilombo existente com descendentes de escravos); da cachoeira do Lageado, a Trilha do Arboreto, o encontro dos rios Socavão e Ribeira, o Salto da Cotia, as quedas dágua Lágrimas de Santa Clara, do Rio Guararema (com corredeiras) e do Pulo; e das grutas da Caveira e Arco de Pedra, do Pinheiro Seco, da Lagoa dos Alves e Olhos dÁgua.

Já no turismo religioso, a principal atração é a Igreja Matriz de SantAna (construída do início do século XVIII), porém o município apresenta mais de 30 templos de diferentes religiões. Ainda, na área de eventos e negócios, Castro apresenta durante todo o ano eventos ligados à imigração alemã, holandesa e japonesa. Exemplos dessas festas são o Shinnenenkai (janeiro) e o Undokai (julho), a Oranjefeest (abril), a Sinterklaas (dezembro), o Molenfeest (novembro) e a Noite Cultural Alemã (julho). Além dessas, há as festas religiosas para os Reis (janeiro), a Encenação da Paixão e Morte de Cristo, de Santa Terezinha e a Procissão de Corpus Christi – Eucaristia.

Com relação à sua infraestrutura turística, Castro está em constante evolução. Sua rede hoteleira possui doze estabelecimentos, entre hotéis e pousadas, e o município conta apenas com o Moinho Castrolanda para realização de eventos. Na área gastronômica existem nove restaurantes servindo desde seu prato típico, o Castropeiro, até as comidas caseiras.

Entretanto, a inclusão de Castro no circuito da Rota dos Tropeiros em 2007, transformou-se em uma grande contribuição para o desenvolvimento local e a geração de novas fontes de renda e oportunidades de trabalho. Com isso, o município se tornou um dos mais representativos dentro do turismo histórico e cultural do Paraná.

Fonte: Prefeitura Municipal de Castro

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