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ARTIGO

Cidade de Feijó

Feijó fica 344 km distante de Rio Branco e é um município localizado na região central do Acre. Sua população é de 32.372 habitantes (2016), sendo o terceiro município mais populoso do estado, e sua área é de 27.975 km² (sendo o segundo maior do estado e um dos maiores do país).

Fundado em 3 de maio de 1906, conquistou sua autonomia após o decreto federal de 12 de dezembro de 1938. Limita-se ao Norte com o Amazonas, ao Sul com o Peru, ao Leste com os municípios de Santa Rosa do Purus e Manoel Urbano e a Oeste com os municípios de Tarauacá e Jordão.

O município de Feijó teve suas terras habitadas pelas tribos Jaminawás, Kaxinauwás e Chacauwás. Com a chegada dos nordestinos à foz do rio Envira, em 1879, começou o desbravamento da região, subindo os rios e igarapés, demarcando os ‘seus’ lotes e terras e até ‘seringais’. No entanto, ocorreram vários conflitos na selva entre os nordestinos e índios por conta da desocupação dessas áreas de terras, que pouco tempo depois transformaram-se em seringais. É nesse contexto que surge à margem esquerda do rio Envira, o Seringal Porto Alegre, que mais tarde deu origem ao município de Feijó.

O decreto-lei nº 968, de 1928, concedeu foro de cidade a Feijó. O município, entretanto, só veio a ser instalado no ano seguinte, 1939, com terras desmembradas dos município acreanos de Santa Madureira e Tarauacá, sendo seu primeiro Prefeito e organizador Raimundo Augusto Araújo.

O município de Feijó tem sua cultura muito variada graças às varias culturas que introduziram-se na época de sua ocupação. A cultura dos nordestinos é a mais notável por serem eles os principais povoadores do Acre. Os feijoenses tem como maior atração cultural o Festival do Açaí, que ocorre todos os anos desde 2000, no mês de agosto. Quanto à influência católica, em Feijó ela é muito representativa, porém existe uma grande diversificação de manifestações religiosas.

Feijó está situado à margem do Rio Envira e no período de chuvas seu tráfego de veículos é suspenso devido ao enorme atoleiro formado ao longo da estrada. O transporte de passageiros e mercadorias nessa época é feito pelo Rio Envira ou por aeronaves de médio porte.

O povo sobrevive da agricultura familiar, caça, pesca, extrativismo, comércio, e a grande maioria trabalha no funcionalismo público. As tecnologias de comunicação (internet, telefonia móvel e fixa) existem, mas de maneira deficiente e os moradores ainda têm carência de políticas públicas essenciais para sobrevivência e qualidade de vida.

O desemprego ainda é visível entre os moradores, apesar da fartura no campo, porém, não existem grandes incentivos para os trabalhadores rurais. A cidade não dispõe de ensino superior permanente, os universitários que prestam vestibular, se aprovados, são obrigados a se deslocar para a capital.

Fonte:

Prefeitura Municipal de Feijó

IBGE

Portal Agência Amazônia

by The Cities

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